Um ambiente saudável é fundamental para termos boa qualidade de vida. Existem diversos indicadores ambientais. Os quatro mais utilizados para avaliar a situação ambiental são: (1) água: consumo e eficiência; (2) energia: consumo e matriz (tipos); (3) resíduos: redução da geração, reciclagem e economia circular; (4) emissões de gases de efeito estufa (GEE): liberação de poluentes na atmosfera, controle das mudanças climáticas.
O Dia Mundial do Meio Ambiente é a data mais importante do calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU) para promover a conscientização e a ação ambiental em nível mundial. Envolve governos, empresas, especialistas e cidadãos de mais de 150 países.
Este ano, o tema central se refere ao clima, com o mote “nos sinais urgentes que a Terra está enviando e nos sinais que escolhemos enviar de volta”.
O Dia Mundial do Meio Ambiente vem sendo comemorado desde 1974, sendo uma referência ao início da CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE HUMANO (CNUMAH), ou CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO, realizada de 5 a 16 de junho de 1972, a primeira grande cúpula sobre questões ambientais.
Cada cidadão pode ajudar a proteger o meio ambiente através de ações cotidianas relacionadas a aprimoramentos nos hábitos como: (1) economia de energia; (2) evitar desperdícios; (3) destinação correta de resíduos; (4) utilização de produtos recicláveis; (5) atuação como “educadores ambientais”; (6) preservação de áreas verdes e biodiversidade.
Diversas ações ambientais afetam diretamente a saúde humana. O respeito ao ambiente proporciona local mais adequado para viver, com ar limpo, água potável, temperatura agradável, menor risco de eventos climáticos extremos, alimentação saudável, menor possibilidade de doenças, bem-estar físico e mental.
Celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente significa refletir sobre a sustentabilidade, onde aspectos ambientais, sociais e econômicos devem ser considerados em todas nossas atividades. É possível que desenvolvimento possa caminhar junto com preservação ambiental, promovendo uma população mais saudável.
Por
Prof. José Otávio Menten, professor Sênior USP/ESALQ, Presidente do CCAS (Conselho Científico Agro Sustentável), membro da ABCA (Academia Brasileira de Ciência Agronômica) e membro do IHGP (Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba).